Conversa · Acele
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- "Ah, isso... você não vai acreditar em mim. Não há por que te contar."
- "Eu o fiz e eu sinto muito." Ela não parece surpresa. "Se vale de alguma coisa... o que eu não acho."
- "Ela deveria se tornar, tipo, um clube. Para música anódica dançante. Tipo aquele novo estilo de paradas com sintetizadores que eles tocam n'O Paliseum."
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"Certo," ela assente. "Eu entrei e vi uma mulher próxima a uma daquelas máquinas lá. Noid as chama de computador central..."
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"Ela estava vestida como uma pessoa que é criada pela avó, sabe. Roupas velhas estranhas. Tinha essa expressão ausente, não dizia nada, só ficou lá parada."
"E então, sabe, bem atrás dela um homem rastejou parede abaixo. De cabeça para baixo, como um caranguejo. Pela parede da igreja. Eu acho que a mulher nem sabia que ele estava lá, ele era completamente silencioso..."
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"Ele parou bem antes de tocar no chão, e então só ficou pendurado lá, olhando para mim. Direto para mim. Eu me virei e saí de lá. Fim da história."
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"Você viu ele?!" Ela chega mais perto. "Isso quer dizer que você entrou lá? Você viu a outra estranha, com as roupas da avó?"
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"Bom, então você acredita em mim." Ela olha para a tenda. "Você deveria ir contar isso para o Andre, ele vai saber o que fazer em seguida."
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- "Oh. Tudo bem." Ela senta de novo na coberta, orelhas vermelhas pelo frio. "E que tal o Andre? Você deveria ir conversar com o Andre se você não quer falar comigo."
- "Hmm..." Ela senta de novo na coberta, orelhas vermelhas pelo frio. "Isso é estranho. Você deveria investigar a máquina dela, talvez haja uma pista de onde ela está."
- "Bom, então você acredita em mim." Ela olha para a tenda. "Você deveria ir contar isso para o Andre, ele vai saber o que fazer em seguida."
"Oh. Tudo bem." Ela senta de novo na coberta, orelhas vermelhas pelo frio. "E que tal o Andre? Você deveria ir conversar com o Andre se você não quer falar comigo."
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"Hmm..." Ela senta de novo na coberta, orelhas vermelhas pelo frio. "Isso é estranho. Você deveria investigar a máquina dela, talvez haja uma pista de onde ela está."
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"Um homem-caranguejo bandido... É, eu não acredito em você."
"Eu não te culpo. Digo, eu não acreditaria em mim também. Eu estou surpresa que o Noid tenha acreditado. Eu esperava isso do Andre, mas o Noid..." Ela balança a cabeça.
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"Ele se parecia com um bandido, ok? Ela era todo musculoso e tal. Tinha uma regata de malha. Eu sei que isso parece ridículo, mas isso apenas me deixou com mais medo, de certa forma..."
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"Eu o fiz e eu sinto muito." Ela não parece surpresa. "Se vale de alguma coisa... o que eu não acho."
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"Eu o fiz e eu sinto muito. Se vale de alguma coisa... o que não acho."
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"É por isso que eu não entrei na tenda." O tenente olha para o oceano, apertando os olhos. "Delinquência típica."
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"Você não escolhe o seu bando, eles escolhem você. O meu é um bando de idiotas, mas são meus. Eu tentei tirar isso da cabeça do Andre, eu até tentei não mentir para você..."
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"Eu sei. Mas eu sabia que você veria através do plano deles também. Eu não sou uma idiota. Eu deveria ter sido capaz de controlar eles. Eu serei, no futuro. Eu prometo."
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- "Certo, mas eu ainda me arrependo disso. Eu deveria ser capaz de controlar eles. E eu serei, no futuro. Eu prometo."
- "Eu sei. Mas eu sabia que você veria através do plano deles também. Eu não sou uma idiota. Eu deveria ter sido capaz de controlar eles. Eu serei, no futuro. Eu prometo."
- "Eu sei. Eu deveria ter sido capaz de controlar eles. E eu serei, no futuro. Eu prometo."
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De repente, ela parece incrivelmente controlada. Os punhos dela estão fechados e ela olha para a frente. Ela está se mantendo sob controle com toda a força de vontade, reverberando por dentro.
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- "Eu peguei uma farpela do movimento. Eu sou corrupto até o tutano, entende."
- "Uma vez que desvendei a jogada deles, eu não me importei de verdade. Eu não sou um juiz. Você é o problema de outra pessoa."
- "Faça o que quiser com seus planos de clube de dança... só não monte laboratórios de drogas, por favor."
- "Isso eu vou decidir depois de averiguar a situação da igreja."
- Tente mentir sobre suas ações na frente do tenente.
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(Diga a verdade.) "Eu peguei uma farpela do movimento. Eu sou corrupto até o tutano, entende."
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"Maravilha," o tenente diz, ainda olhando para o oceano. "Revachol realmente precisava de outro policial de aluguel. Talvez depois nós pudéssemos sair e comprar algumas rosquinhas?"
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- "Maravilha," o tenente diz, ainda olhando para o oceano. "Revachol realmente precisava de outro policial de aluguel. Talvez depois nós pudéssemos sair e comprar algumas rosquinhas?"
- "Eu consigo ver que há mais nessa história, detetive," ele diz calmamente. "Mas você não é o primeiro tira corrupto na RCM."
"Certo. Agora conduza sua entrevista paralela para seguirmos com o caso que temos nas mãos."
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"Eeeee...?" A jovem olha para você, então para o tenente, e para você de novo. E então para a praia. Ela parece desconfortável, a vogal é longa e arrastada.
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(Sussurre.) "É tudo um embuste. Eu, na verdade estou super, profundamente infiltrado, distorcendo as linhas entre a realidade e o faz de conta."
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- "Maravilha," o tenente diz, ainda olhando para o oceano. "Revachol realmente precisava de outro policial de aluguel. Talvez depois nós pudéssemos sair e comprar algumas rosquinhas?"
- "Eu consigo ver que há mais nessa história, detetive," ele diz calmamente. "Mas você não é o primeiro tira corrupto na RCM."
"Por favor policial, só termine sua entrevista paralela. Nós precisamos seguir com o caso que temos nas mãos."
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"Uma vez que desvendei a jogada deles, eu não me importei de verdade. Eu não sou um juiz. Você é o problema de outra pessoa."