"Bem, meu marido definitivamente concordaria com você." A boca dela se tornou uma única linha estreita. "Foi ele quem sugeriu vender livros. Menos... Estúpido, ele disse. Mais culto."
Conversa · Plaisance
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"Mas ser culto não oferece nenhuma proteção contra a maldição, oferece?" Ela olha em torno da loja empoeirada. "Talvez eu não devesse ter dado ouvidos a ele, no fim das contas..."
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"Meu marido sugeriu outra coisa. Ele disse que é menos... Estúpido. Mais apropriado. Culto e tudo mais."
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"Minha voz é treinada à perfeição por verdadeiros profissionais de vendas, bom senhor! Eu pago um bom dinheiro por esses cursos."
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"Dinheiro demais, até..." Ela olha em torno da loja empoeirada. "Talvez eu devesse ter comprado alguns amuletos, em vez disso."
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"Senhor, isso é uma livraria, não um clube de strip. Ninguém iria nos levar a sério se nós pendurássemos luzes neon horrendas."
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"Além do mais, isso apenas tentaria os espectros da desgraça... Eles podem sentir o desespero, sabe."
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"Dar desconto nos meus artigos? Eu posso ver, senhor, que você não dá muito valor aos livros."
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"Não é bom falar sobre a maldição, não em detalhe. O negativismo..." Ela estremece. "É perigoso. Falar sobre os espectros do vazio deixa eles irados!"
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Esse tipo de espectro pode provar-se um inimigo formidável. Prepare-se.
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"Você gostaria que eu pegasse o caso? Eu poderia investigar, ver se a maldição é real." (Conclua.)
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"Com certeza que não! Eu não quero ninguém que não é familiar com as artes psíquicas se envolvendo nessa bagunça. Mantenha distância. Deixe os espíritos em paz, para que eles possam retornar ao sono deles."
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- "Com certeza que não! Eu não vou deixar você abrir os portões do inferno. De fato, eu não quero ninguém que não seja familiar com as artes psíquicas envolvido nessa bagunça. Fique longe. Deixe os espíritos em paz, pra que eles possam retornar pro sono deles."
- "Com certeza que não! Eu não quero ninguém que não é familiar com as artes psíquicas se envolvendo nessa bagunça. Mantenha distância. Deixe os espíritos em paz, para que eles possam retornar ao sono deles."
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"Eu não acho que a maldição é real, eu só quero que você me deixe entrar ali." (Conclua.)
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"Eu não me importo com a maldição, eu só preciso chegar no refrigerador." (Conclua.)
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"Com certeza que não! Eu não vou deixar você abrir os portões do inferno. De fato, eu não quero ninguém que não seja familiar com as artes psíquicas envolvido nessa bagunça. Fique longe. Deixe os espíritos em paz, pra que eles possam retornar pro sono deles."
"Eu ouvi falar que o Sindicato espremeu todos os negócios locais pra financiar a greve deles... Como sua loja ainda está aberta e funcionando?"
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Ela brinca com o pingente em torno do pescoço, pensando. "Devem ser estes mesmos feitiços e amuletos de proteção que me mantém segura contra todo o mal e atividade perversa."
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"A maldição... É muito pior do que você poderia imaginar. É uma doença se alimentando das fundações em si." Um arrepio percorre a mulher enquanto ela olha em volta na loja debilmente iluminada.
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"É a maldição da aflição financeira." A voz dela torna-se um sussurro. "Da ruína -- e da bancarrota." Ela espia as cortinas novamente...
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"Todo mundo sabe que todas as companhias anteriores nesse prédio, cedo ou tarde, acabaram declarando bancarrota. E os espíritos maliciosos deles ainda estão aqui, se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
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"Tem algo errado com esse prédio, isso eu posso dizer. Desde que eu cheguei, eu senti uma presença sinistra duradoura -- como se eu fosse indesejada aqui."
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- "Não é só isso, policial, nós estamos lidando com alguma coisa supranatural aqui. São os caco-daemons se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
- "Todo mundo sabe que todas as companhias anteriores nesse prédio, cedo ou tarde, acabaram declarando bancarrota. E os espíritos maliciosos deles ainda estão aqui, se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
- "Mas policial, não há nada de natural sobre companhias inteiras declarando falência! Eu estou falando de caco-daemons se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
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"De verdade?" Os olhos dela se estreitam, enquanto ela tenta fazer uma leitura da sua energia. "Talvez as energias sombrias estejam emanando de você? Você não deveria permanecer muito tempo na loja, pode ser perigoso."
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"Mas policial, não há nada de natural sobre companhias inteiras declarando falência! Eu estou falando de caco-daemons se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
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"Ah! Annette mencionou que os inquilinos anteriores tiveram alguns problemas financeiros."
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"Não é só isso, policial, nós estamos lidando com alguma coisa supranatural aqui. São os caco-daemons se alimentando de más práticas comerciais e declarações de renda frustradas!"
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"Sim, os Semeneses são muito engenhosos e seus amuletos são extremamente poderosos. Amuletos inferiores simplesmente não vão dar conta aqui."
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"Sim, eu contatei numerosos parapsicólogos e até mesmo um par de mediadores Semeneses -- eles me providenciaram os amuletos." Ela acena com a cabeça para o estranho artefato em forma de gaiola pendurado nas cortinas.
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"Os amuletos ajudam a manter a desgraça contida e nos protegem contra a escuridão que espreita no interior do prédio. Embora agora eu tema... Que não é suficiente."
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"Certo... Tudo bem! É porque esse lugar é amaldiçoado, como todo mundo disse! Eles não chamam o lugar de Área Comercial Amaldiçoada por nada!"
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"Se é só um depósito, então não vai fazer mal se eu der uma olhadinha lá dentro... Não é como se fosse amaldiçoado, certo?"
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"Não!" Ela vacila sob o seu olhar, com a boca pressionada numa careta... Então ela estoura:
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"É só decoração!" Ela vacila sob o seu olhar, com a boca pressionada num sorriso forçado... Então algo se rompe:
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"Eu não estou tensa, só estou..." Ela vacila sob o seu olhar, com a boca pressionada numa careta... Então algo se rompe: