Média · Conceitualização ≥ 4
Ao fundo, uma canção tranquila vaza da sua cabine para o ar. Você não consegue ouvir nenhum vocal.
Antes dos efeitos de pensamentos; outras condições de diálogo podem se aplicar.
735 · Falas da habilidade
Ao fundo, uma canção tranquila vaza da sua cabine para o ar. Você não consegue ouvir nenhum vocal.
O pálido. Parece com a droga para mim.
É a morte -- mas para o Universo? Ah, nós estamos contemplando a merda toda disso.
Ah não. Ele é praticamente um vagabundo agora.
Aposto minhas fichas em descolada. Parece uma pirita cúbica.
Essa máquina de dor e sofrimento indigno provida de cabeça e membros está guinchando até parar. Cansada de andar no deserto, não quer mais saber de sentir ou pensar.
Ela deve ter construído uma nova -- e tristemente melhor -- realidade a partir do único material disponível: ondas de rádio e programas policiais.
Grandes engrenagens estão guinchando até parar. A máquina está sendo desligada. Ela está completamente sem arranque.
Vitória cultural? O que é isso então?
O que foi isso? Uma ideia para um romance inacabado preso em algum lugar em seu prosencéfalo?
Quando ela crescer, e se ela for inteligente, ela descobrirá que não existe tal coisa como um 'adulto'.
Um livro com as bordas rasgadas chama sua atenção. A capa da frente apresenta um homem grande, musculoso. O título é: 'Homem de Hjelmdall na Cidade Perdida dos Pigmeus'.
Você é parte da brigada do futuro agora. E seu fichário ex-banal também. Néon, querido!
Há algo ofuscantemente moderno neste símbolo. A modernidade coloca no chinelo qualquer coisa que já tenha visto.
É o contraste entre o amarelo químico, alegre, e o rigor mortis. Como se o cara alegre não soubesse que está morto, ou o cara morto não se importasse em estar. De qualquer modo, você tem a sensação de que as forças do futuro estão em ação aqui.
É isso... essa é a nova era. Os tecidos do mundo foram irrevogavelmente alterados.
Não é isso que artistas de verdade fazem? Inventam enquanto acompanham?