Conversa · René Arnoux
Falantes · 25
René Arnoux
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Conceitualização
Sugestão
Coordenação Motora
Eletroquímica
Império Interior
Percepção (Audição)
Esprit de Corps
Meia-Luz
Cálculo Visual
Instrumento Físico
Interação
Quando
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René contou a história de guerra dele, agora impressione-o com o seu heroísmo.
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"Não há nada para você entender aqui", ele retruca. "Não é a morte dela que você está investigando."
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"Feira de Revachol de '91 no distrito de Faubourg." Os olhos dele se voltam para o mar. "Um desfile foi realizado em homenagem ao dia do nome de Guillaume Le Lion. E os carabineiros marcharam no lugar de honra."
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"Este foi o dia mais feliz da minha vida." Isso é dito em um tom tão prático que não deixa espaço para dúvidas.
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"Absolutamente não." A voz dele é áspera. "Ela morreu de pneumonia na cama aos 79 anos. Isso é altamente... normal."
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"Eu tinha 22 anos quando voltei da operação Ikeira do Rei Guillaume, no sul, e encontrei minha amada nos braços deste desgraçado..."
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A Operação Ikeira foi uma campanha de sete anos durante a qual o exército do Soberano Guillaume uniu à força o povo na parte sudeste do Continente Le Petit, conhecido coletivamente como tribos Ikeira, sob a bandeira Revacholiana.
Ele lança um olhar odioso para Gaston. "Eu a ganhei de volta, mas enquanto eu estava lidando com alguns... problemas ..."
"Você era como uma nuvem negra sugando a alegria de todos os seres vivos ao seu redor, e você..." Ele rapidamente olha para você. "Você... magoou ela."
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"Eu... hã... eu..." Ele olha para as botas, movendo os lábios, mas as palavras são inaudíveis.
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"Aqueles dias e memórias se foram." Ele assente com a cabeça e olha para René com algo que lembra compaixão.
O velho soldado não diz nada, mas quando o olhar dele passa rapidamente pelo rosto de Gaston, há uma expressão estranha em seus olhos.
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O velho veterano encara a bola lançada em silêncio, depois fala com voz reservada: "O que é isso? Você está zombando de nós? Isso não é para pétanque."
"Agora, não precisa ficar com raiva de novo, René. Tenho certeza que o policial deu o seu melhor. Não é como se houvesse um quiosque de boules aqui em Martinaise."
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"O melhor, hein?" ele diz inspecionando a bola. "Isso nem é um boule, mas... Tudo bem. Eu acho que você tentou corrigir seu vandalismo... Considere-se perdoado."
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Ele murmura algo para si mesmo. Parece ser uma variedade de maldições.
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- "É assim mesmo, hein?" O homem balança a cabeça lentamente, expira com força e pega a bola. "Tudo bem. Acho que você tentou corrigir o seu vandalismo... Considere-se perdoado."
- "Bem." Ele pega o boule. "Você tentou consertar um erro. Ainda é um grama melhor do que nada."
- "O melhor, hein?" ele diz inspecionando a bola. "Isso nem é um boule, mas... Tudo bem. Eu acho que você tentou corrigir seu vandalismo... Considere-se perdoado."
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"Bem." Ele pega o boule. "Você tentou consertar um erro. Ainda é um grama melhor do que nada."
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"É assim mesmo, hein?" O homem balança a cabeça lentamente, expira com força e pega a bola. "Tudo bem. Acho que você tentou corrigir o seu vandalismo... Considere-se perdoado."
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"Sim, o Sindicato dos Débardeurs me paga para ficar de vigília durante as noites." Ele olha para baixo. "Não por lealdade política, veja bem."
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"Sou um homem velho, não durmo mais do que algumas horas todas as noites e... o dinheiro está curto", acrescenta ele com um leve suspiro.
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"Sim, sim. Como eu disse," ele toca no assunto novamente, "Eu estaria acordado de qualquer maneira, então é melhor ficar de olho. Isso mantém meus sentidos aguçados."
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"Sim." Ele concorda. "Infelizmente eu não estava trabalhando naquela noite. Estive de licença de duas semanas desde segunda-feira passada."
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"Sabe, policial, René é o tipo de homem que preferiria morrer a admitir que precisa de assistência médica ou -- Deus me livre -- procurar assistência. Um homem de verdade. Ele vai aguentar."
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"Estou bem, maldição! Cuide da sua vida!" A explosão o faz apertar o peito. "Não é nada, só tenho que cortar o café."
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"Ninguém. A cabine está desocupada desde segunda-feira passada." Ele parece de repente muito velho e cansado. "Não há outro guarda. Sou só eu."
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"Sim." Ele acena antes de continuar, hesitante. "É... não é realmente um problema. Quero dizer..."
"Veja, policial," seu parceiro se intromete. "O pátio de contêineres não precisa de guarda. Nunca teve um antes de René. O Sr. Claire mandou construir aquela cabine especialmente para ele. É basicamente decorativa."
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"Vejam, policiais," o parceiro dele se intromete. "O pátio de contêineres não precisa de um guarda. Nunca teve um antes de René. O Sr. Claire mandou construir aquela cabine especialmente para ele. É basicamente decorativa."
"A possibilidade de alguém estar lá é suficiente para desencorajar qualquer indivíduo mal-intencionado..." ele tenta argumentar.
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“Evrart criou este trabalho para René, porque ele sabe que a pensão de honra de um Carabineiro Real e TEPT não é algo com que um homem possa viver. 'Um condecorado homem do rei coletando descartáveis reflete mal em toda a vizinhança.' -- palavras dele."
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- "René deveria alugar seus serviços, investir o lucro, conseguir mais alguns caras, expandir e repetir. O trabalho assalariado é um beco sem saída."
- "René é apenas um homem. Precisamos de um programa -- colocar todos os idosos de volta no mercado de trabalho, manter as pessoas motivadas."
- "Tal dependência apenas enfraquece ainda mais o homem. Faça ou morra -- não há meio-termo."
- "Não há absolutamente nada de errado com a coleta de descartáveis. É a minha coisa secundária também." (Segure o saco de descartáveis com orgulho.)
- "Evrart entende. Garotos grandes cuidando dos pequenos e todos trabalhando juntos -- eu adoro isso!"
"René deveria alugar seus serviços, investir o lucro, conseguir mais alguns caras, expandir e repetir. O trabalho assalariado é um beco sem saída."
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"Sim, sim, sim", o carabineiro profere com raiva. "Podemos concluir o assunto da minha cabine de guarda agora?"
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- "René deveria alugar seus serviços, investir o lucro, conseguir mais alguns caras, expandir e repetir. O trabalho assalariado é um beco sem saída."
- "Ah, eu não quis insinuar que há algo errado com isso", o homem alegre diz rapidamente. "Eu também faço isso. Todo mundo faz. É uma excelente alternativa."